Artigos | 27 abril 2015

Buzz Marketing x Marketing Viral

O buzz marketing e o marketing viral são ferramentas bem semelhantes e por isto são vistas com frequência, conceitualmente, como iguais, contudo, são diferentes e não se tratam de sinônimos.

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O buzz marketing e o marketing viral são ferramentas bem semelhantes e por isto são vistas com frequência, conceitualmente, como iguais, contudo, são diferentes e não se tratam de sinônimos.

O buzz marketing se aproveita de notícias, sites especializados e eventos para alcançar um público específico e fazer com que estes tenham conhecimento da marca. Esta ferramenta busca alcançar pessoas que tenham conhecimento sobre um determinado seguimento e que servem como divulgadoras, no caso: especialistas e influenciadores.

buzzeviralmarketing

O buzz marketing busca atingir os formadores de opinião para que estes realizem a divulgação da marca. Nesta ferramenta, os alvos da campanha são estrategicamente escolhidos. O filme Sucker Punch utilizou desta técnica em seu lançamento divulgando pequenas animações, relacionadas com o filme, em sites especializados para instigar o público. O buzz marketing se comunica com um nicho e busca um compartilhamento focado.

O marketing viral trata-se de um compartilhamento em forma de vírus, ou seja, não importa quem é a pessoa “contaminada”, o ideal é que a mensagem alcance o maior número de pessoas. Não há uma distinção de público a ser atingido. O compartilhamento no marketing viral ocorre de forma desfocada e generalizada, sem ser disseminado em um nicho específico. Esta ferramenta de marketing pode seguir uma estratégia, mas não há como ter um controle sobre o público atingido, assim traz como desvantagem a dificuldade em alcançar os indivíduos que de fato irão consumir o produto ou serviço anunciado.

O comercial viral da Volkswagen, “The Force”, alcançou mais de 60 milhões de visualizações no Youtube, contudo, o chamativo para o comercial é a criança, personagem principal do vídeo, e não o carro anunciado, o que faz com que muitas pessoas esqueçam o produto, não estabelecendo uma ligação entre o comercial e o produto anunciado. Desta forma, estes indivíduos são alcançados pelo comercial, mas não trarão retorno de venda, uma vez que não foram convertidos pelo anúncio em si, e sim pela estética proposta.

 

Em ambos, há uma igualdade: a ideia de usar o público, mesmo que mais específico, como ferramenta de divulgação de um produto ou serviço.

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Sobre o Autor

Barbara Vilas

Publicitária, fã de mídias sociais, apaixonada pela família e por alguns ídolos do R&B. Hoje, trabalho com monitoramento e interação em redes sociais, amanhã, só Deus sabe. Aquela que trará boas notícias de marketing digital e questões num ponto de vista diferente sobre o design e a comunicação.

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