Produto | 10 novembro 2017

Artefacto Beach & Country – Manifesto Mata Atlântica

Um time de dez craques do mundo da arquitetura, arte, design e paisagismo convidados pela curadora Clarissa Schneider põe a mão na massa e criar uma nova coleção de estampas de papal de parede para a Artefacto Beach & Country

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Um time de dez craques do mundo da arquitetura, arte, design e paisagismo formado por: Ana Laet, André Paolielo, Arthur Casas, Dan Fialdini, Gaspar Saldanha, Marcio Kogan + Studio MK27, Miguel Pinto Guimarães, Ricardo Bello Dias, Tânia Eustáquio e Ucho Carvalho foram convidados pela curadora Clarissa Schneider a por a mão na massa e criar uma nova coleção de estampas de papal de parede para a Artefacto Beach & Country. O projeto ganhou o nome de Manifesto Mata Atlântica por ser todo inspirado nas cores, formas e texturas da mata atlântica.

Pautado no desejo de ajudar a trazer à consciência e importância da Mata Atlântica, a Artefacto convidou a editora e curadora Clarissa Schneider para fazer uma coleção de estampas inspiradas nela.

“Promover o bem-estar por meio do cuidado com a natureza e dar significado às coisas. Esse é o conceito da curadoria para a marca Artefacto Beach & Country, transmitido aos 10 profissionais convidados a desenhar uma estampa inspirada na Mata Atlântica”, conta a editora e curadora Clarissa Schneider.

“Patrimônio natural brasileiro – e Reserva da Biosfera da Unesco -, a Mata Atlântica é um dos cinco pontos mais importantes da biodiversidade do mundo e o bioma mais ameaçado do Brasil. Lugar de extraordinária beleza, tem grande parte da sua imensa variedade de flora e fauna ameaçada, e por isso, resolvi chamar a coleção de Manifesto MataAtlântica”, completa a curadora.

“A designer têxtil Ana Laet criou um desenho exuberante, onde a selva toda se funde num emaranhado de folhas. O paisagista André Paolielo fez de sua foto um Toile de Jouy da vida selvagem. O arquiteto Arthur Casas traçou um padrão de pixels de um pantone variado de verdes. O artista Dan Fialdini pintou nove espécies de flores nativas. Gaspar Saldanha, também artista, esboçou uma floresta selvagem de bromélias e bambus. Os arquitetos Marcio Kogan + o studio MK27 pesquisaram os cupins e criaram ilustrações muito bem traçadas daqueles insetos fundamentais para o equilíbrio ecológico. O arquiteto carioca Miguel Pinto Guimarães representou a mata numa geometria. O arquiteto Ricardo Bello Dias lembrou do Mico Leão Dourado, espécie em extinção, e projetou um cobogó de macaquinhos e folhagens. A arquiteta Tânia Eustáquio representou as gotas de chuva nas plantas por meio de uma aquarela. E, por último, o designer gráfico e publicitário Ucho Carvalho também usou essa técnica, pincelando um bosque surrealista de flores azuis”, explica sobre as estampas.

 

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porDouglas Zanon

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Sobre o Autor

Douglas Zanon

Diretor de arte formado em computação gráfica apaixonado pela arte. Atualmente trabalhando com agências de publicidade, grupos de teatro e freelances em Brasília.

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